- Publicidade -

MP-AP encerra Curso de Formação em Práticas Restaurativas para policiais militares e a comunidade

O curso, que ocorreu de 14h às 18h, foi ministrado pela equipe do NMCPR de Santana, coordenado pela promotora de Justiça Silvia Canela.

Da Redação

Na sexta-feira (19), o Ministério Público do Amapá (MP-AP), por meio da Procuradoria Geral de Justiça, encerrou o Curso de Formação em Práticas de Justiça Restaurativa para policiais militares. A capacitação, que iniciou no dia 15 de agosto, ocorreu de forma presencial no auditório do 4° Batalhão da Polícia Militar, na Rodovia Duca Serra, com carga horária de 20 horas. A segunda etapa será online pela Plataforma EDUC, no período de 29 de agosto a 29 de setembro. A atividade contou com a parceria do Comando Geral da Polícia Militar e do Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP), por intermédio de cooperação firmada com o MP-AP e foi organizada pelo Núcleo de Mediação, Conciliação e Práticas Restaurativas (NMCPR).

O objetivo foi compartilhar ferramentas da Justiça Restaurativa que possam auxiliar os policiais na gestão de conflitos, bem como capacitá-los como facilitadores de círculos Restaurativos e multiplicadores nos Batalhões da corporação, contribuindo não só para a prevenção da violência, mas especialmente para a disseminação da cultura de paz!

O curso, que ocorreu de 14h às 18h, foi ministrado pela equipe do NMCPR de Santana, coordenado pela promotora de Justiça Silvia Canela. A qualificação contou com o apoio das facilitadoras e servidoras do MP-AP, Lucivane Sales, Obedi dos Santos e Dionária Mota Souza.

O soldado do 4° Batalhão da Polícia Militar de Santana, Paulo André Almeida, ressaltou a importância de participar do treinamento. “Nós que somos da Polícia Militar ficamos um pouco insensíveis em algumas situações e esquecemos que também somos seres humanos. Esse curso faz a gente refletir sobre a necessidade de um momento de reflexão para entender os nossos problemas e tentar sanar algumas coisas que deixamos de lado. Por isso que muitas vezes o policial acaba se isolando. A Prática Restaurativa traz essa reflexão para que o agente possa entender que ele precisa de ajuda”, disse.

“Desde segunda-feira, eu percebi o engajamento, a participação, o interesse e a dedicação de todos os policiais. Isso é algo bom e que é necessário. A Justiça Restaurativa é uma filosofia de vida e exige uma escolha consciente. É a escolha do ‘eu quero isso pra minha vida’, ‘eu quero utilizar essas ferramentas na minha vida’, ‘eu quero ter uma atuação diferente’, ‘eu quero olhar para minha prática e utilizar isso’. Essa capacitação foi muito boa, porque eu percebi o engajamento deles”, frisou Silvia Canela, que fez o encerramento do evento.

Publicidade (x)

você pode gostar também
Comentários
Carregando...