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Relatório da SVS aponta aumento de casos de leishmaniose tegumentar no Amapá

Os dados comparam os números apresentados no mesmo período do ano passado.

Da Redação 

A Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA), conhecida como “Úlcera de Bauru” ou “Ferida brava”, é uma doença infecciosa, não contagiosa, causada por protozoários do gênero leishmania, transmitida de forma vetorial pelo “mosquito palha”.

O registro dos casos dessa doença no Amapá vêm aumentando, o que permitiu aos órgãos de saúde municipais se preparem para atender a demanda dos casos.

A Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS) está ofertando cursos de especialização no Lacen para profissionais dos municípios de Macapá e Santana, o que vai descentralizar os registros, dando celeridade nos tratamentos de cura.

Os municípios de Oiapoque, Laranjal do Jarí, Calçoene, Pedra Branca do Amapari, Tartarugalzinho, Serra do Navio e os registros do Centro de Referência em Doenças Tropicais (CRDT), em Macapá, apresentaram 90% dos novos casos contabilizados e os outros municípios somados representam os 10% restantes.

O destaque negativo ficou para Oiapoque, com 107 casos, e, em contraste, Itaubal do Piririm, que até o término do relatório não registrou nenhum caso.

Dorinaldo Malafaia, Superintendente da SVS no Amapá, acredita que os esforços feitos pelas autoridades para registros dos casos tem melhorado os atendimentos nas Unidades de saúde.

“O primeiro passo é  o registro e depois o tratamento da enfermidade. Nossos esforços para descentralizar os diagnósticos vão ser muito úteis. A LTA é uma doença que quanto mais cedo for diagnosticada, melhor é para o paciente, que termina o tratamento com mais celeridade”, declarou o gestor.

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