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Promotor diz que crianças serão agentes multiplicadores de boas práticas na saúde

Titular da Promotoria de Justiça de Defesa da Educação, Roberto Álvares diz que a conscientização dos estudantes poderá ser maior legado da pandemia.

Cleber Barbosa, da Redação

O programa Café com Notícia desta semana conversou com o promotor de Justiça Roberto Álvares, do Ministério Público do Estado (MPE). Ele é titular da Promotoria de Justiça de Defesa da Educação e disse que em sua avaliação, as crianças serão os grandes agentes multiplicadores das boas práticas na saúde, devido a experiência que estão passando no combate à pandemia mundial do novo Coronavírus.

Para o promotor, será uma prática corriqueira a partir de agora, esses estudantes atuarem como fiscais de ações como a higienização das mãos, o cuidado ao falar, espirrar, tossir, enfim, tudo aquilo que vem sendo trabalhado neste momento de coibir a disseminação do vírus do Covid-19. “É muito difícil as pessoas não introspectarem que isso no seu cotidiano, se precaverem até com o uso de máscaras e outros utensílios tipo luvas, diante dessa pandemia que atinge o mundo inteiro e que pode ser aplicado em várias doenças”, disse.

Roberto Álvares também disse que nas escolas as crianças e adolescentes já deverão alimentar o novo costume, novos hábitos. “Não que vão deixar de cumprimentar os colegas com os atos de elegância habituais, mas o toque a partir de então, as aglomerações, aqueles eventos que possam gerar acúmulo de pessoas e com isso o contágio de doenças, isso precisa ser evitado”, ensina o promotor.

Por fim, ele declarou que atualmente essas orientações são impostas como que uma ordem, uma diretriz, especialmente nas instituições de ensino a adoção de uma nova cultura. Ele vê que também em outros espaços públicos, no meio da rua, nas feiras, nas caminhadas, nas calçadas, enfim, as pessoas não estão usando máscaras como se recomenda, não estão se precavendo. “Isso é muito sério, gente! É necessário usar as cautelas e por isso trazemos essa mensagem sobre contenção pois a expansão de uma doença que é perversa, é danosa e mortal, então é necessário que a gente queira viver, porque morrer é uma consequência, mas não precisa antecipar esse processo, então vamos nos valer desse novo modo de proteção que é a higiene pessoal”, concluiu.

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