Prefeito faz avaliação positiva da primeira semana de reabertura do comércio de Macapá

Mas Clécio Luís alerta para a necessidade de que todos possam ser vigilantes para o cumprimento das normas que condicionam a volta da atividade econômica.

Cleber Barbosa, da Redação

Uma semana depois da reabertura parcial do comércio, o prefeito de Macapá, Clécio Luís (REDE) foi ao rádio fazer uma avaliação de como está sendo a experiência. Falando ao programa LuizMeloEntrevista, na rádio Diário FM (90,9), ele se disse satisfeito com os primeiros resultados, mas voltou a alertar que a medida está condicionada ao acompanhamento da epidemia e à decisiva colaboração da sociedade.

O gestor municipal reforçou que a cidade, o país e o mundo ainda estão em meio a uma tragédia. “Ainda estamos perdendo pessoas, o vírus ainda continua de uma forma disseminada em nossos municípios pelo estado e em Macapá também, mas avaliando essa primeira semana, diariamente como fazemos, o resultado foi bom, não vimos em Macapá o que aconteceu em outros municípios brasileiros, aquele corre-corre para o centro da cidade, com grandes aglomerações de pessoas”, disse.

Neste sentido, o prefeito avalia que a decisão de manter o rodízio de veículos ajudou a segurar o ímpeto de quem certamente estava ansioso para sair de casa e retomar passeios, comprar ou simplesmente circular pela cidade.

Clécio explicou que essa estratégia vem de um acúmulo progressivo de um trabalho, uma sequência de quarentenas de 15 em 15 dias e que não foi algo aleatório. “Nós temos que medir o que fazer a cada quinze dias, depois decretamos o Lockdown para coincidir com o pico da pandemia aqui, o que foi fundamental, pois de certa forma nós ainda estamos colhendo resultado do Lockdown, que teve resultados positivos, sendo que depois tivemos mais quinze dias de uma fase transitória até o início desse processo gradual de retomada das atividades econômicas”, narrou o prefeito.

Por fim, ele alertou que as empresas, empresários, funcionários e as pessoas do povo devem zelar pelo cumprimento das normas que condicionam a reabertura das atividades do comércio, mas que tudo ainda permanece condicionado à manutenção dessa leve tendência de manutenção e declínio das estatísticas epidemiológicas do Amapá e da capital.

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