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“Para os excessos tem a Corregedoria”, diz porta-voz da PM sobre letalidade

Capitão amapaense vai ao rádio e faz um balanço da atuação da Batalhão histórico que zela pelo sono dos macapaenses que completa 30 anos de criação.

Cleber Barbosa, da Redação

O capitão Alex Sandro Chaves, da Polícia Militar do Amapá (PM-AP) foi ao rádio nesta terça-feira (01) falar sobre o aniversário de uma unidade que pela própria denominação já demonstra seu pioneirismo no policiamento da capital, o 1º Batalhão de Polícia Militar, cuja sede é o próprio quartel do Comando Geral da corporação e que outrora já foi responsável pela proteção da sociedade em todo o estado.

Ele concedeu entrevista ao programa Café com Notícia, da Rádio Diário FM (90,9), quando fez um balanço das atividades e deu mais detalhes sobre o cotidiano da unidade que possui 180 integrantes, responsáveis por guarnecer uma extensa área na região metropolitana de Macapá, na zona sul a partir da Av. Feliciano Coelho até o bairro do Igarapé da Fortaleza, na divisa do município de Santana.

Para o porta-voz do batalhão, as rotinas dos atendimentos nas 24 horas em que os oficiais e praças da organização militar cobrem em regime de plantão, são um retrato dos dias desafiadores que a sociedade está enfrentando. “As ocorrências que atendemos com mais frequência são de perturbação de sossego e violência doméstica. Nós fizemos apreensão de 14 armas de fogo nesses 5 meses de 2021”, pontua o capitão Alex Sandro, sobre o aniversário de 30 anos do 1° batalhão.

Ainda segundo o militar, a área sob jurisdição do 1º BPM corresponde aproximadamente à metade da população da cidade de Macapá, uma área eminentemente residencial. “A gente costuma chamar essa área de domicílio das pessoas, que se deslocam para a região central da cidade para trabalhar e retornam à noite para suas casas, para dormir, na zona sul de Macapá”, analisa o militar.

Letalidade

O representante da PM-AP também não se esquivou de comentar a polêmica aparição da corporação como a mais letal dentre as polícias do país. “Somos uma das poucas instituições que dá a cara a tapa por assim dizer, ao responder à sociedade e dar uma resposta sempre que isso é necessário, é nossa obrigação”, ressalvou o capital. Sobre o questionamento de eventuais excessos, disse ser preciso lembrar que a PM-AP tem uma corregedoria muito forte e atuante e não temos problema nenhum em cortar na própria carne se for preciso, claro, com o devido processo legal, garantindo o direito ao contraditório como qualquer cidadão.

 

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