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MP-AP promove Curso de Práticas de Justiça Restaurativa em Santana

A capacitação contará, ao longo da semana, com palestras dela e das servidoras do MP-AP: Obédi dos Anjos, Dionária de Souza e Lucivane Gonçalves.

Da Redação

O Ministério Público do Amapá (MP-AP), por meio da do Núcleo de Mediação, Conciliação e Práticas Restaurativas (NMCPR) da Promotoria de Justiça de Santana, abriu na segunda-feira (16), na sede do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Amapá (Sebrae/AP) da cidade o Curso de Práticas de Justiça Restaurativa. A capacitação é voltada para servidores do MP, da educação do Município, do Sistema Penal do Estado e sociedade civil. O objetivo é a captação e formação de voluntários, bem como oportunizar aos interessados, seja das instituições ou da comunidade, a adquirir ferramentas para a resolução de conflitos e construção de relacionamentos saudáveis.

A capacitação é realizada com apoio da Procuradoria-Geral de Justiça do MP-AP e do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (CEAF) da instituição. O curso, ministrado de 8h às 12 h, irá até a próxima sexta-feira (20), com carga horária de 40h, sendo 20h de aulas presenciais e o mesmo número de forma on-line, pela plataforma EDUC- (plataforma de ambiente de ensino a distância do MP-AP).

A abertura do Curso foi feita pela coordenadora do Núcleo de Mediação, Conciliação e Práticas Restaurativas (NMCPR) do MP-AP, promotora de Justiça Silvia Canela. A capacitação contará, ao longo da semana, com palestras dela e das servidoras do MP-AP: Obédi dos Anjos, Dionária de Souza e Lucivane Gonçalves.

Neste primeiro dia de curso, as atividades foram conduzidas pelas facilitadoras do Núcleo, Obédi dos Anjos e Lucivane Gonçalves. Elas explicaram a dinâmica, diretrizes e valores da Práticas de Justiça Restaurativa que nortearão o andamento do treinamento para os presentes.

Durante a abertura, Silvia Canela explicou a importância da capacitação para que os facilitadores possam conhecer os valores, princípios da Justiça Restaurativa, e assim poderem utilizar as ferramentas, tanto nos conflitos familiares, quanto nos relacionarmos diários. Mencionou ainda a relevância de difundir a Justiça Restaurativa, como uma forma de disseminação da cultura de paz. A promotora de Justiça compartilhou um pouco de sua trajetória e como a adoção dos círculos de construção de paz tem sido utilizada por diversas instituições para contribuir tanto com a transformação dos conflitos, quanto com a transformação de pessoas e a sociedade de modo geral.

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