Governador Waldez anuncia terceira estrada entre Macapá e Santana

Anúncio foi feito durante evento de lançamento da obra do viaduto que vai interligar as rodovias Duca Serra e Norte-Sul, na região metropolitana de Macapá, Santana e Mazagão.

Da Redação

O governador do Amapá, Waldez Góes, anunciou um novo projeto de ligação rodoviária entre as cidades de Macapá e Santana, uma nova estrada para se somar às atuais rodovias Duca Serra e Josmar Pinto (antiga JK). Foi durante evento de lançamento do projeto de construção do viaduto que irá interligar as rodovias AP-020 e Norte-Sul. A edificação faz parte do pacote de obras de mobilidade urbana na Região Metropolitana, que integra os municípios de Macapá, Santana e Mazagão.

Segundo o o governador, para facilitar a implantação desta que seria a terceira estrada entre a capital e o segundo maior município do Amapá, a ideia é aproveitar os licenciamentos ambientais que foram feitos para o prolongamento do Linhão do Tucuruí. “Eu não vou mais estar no cargo de governador quando essa obra acontecer, mas quero deixar tudo muito bem encaminhado, pois a expansão habitacional entre as duas cidades vem aumentando muito rapidamente, então se a gente não agir rápido daqui a pouco será impossível se pensar numa implantação rodoviária dessa”, disse Góes.

Ele também disse já estarem sendo finalizadas as tratativas para o lançamento da obra de duplicação de um trecho da BR-210, conhecido como Quilômetro Nove, que liga a rodovia federal à região do Distrito Industrial de Santana. “Essa obra eu também não vou inaugurar, mas vou deixar a licitação concluída, a empresa contratada e o dinheiro em caixa”, disse ele.

Viaduto

A estrutura elevada do viaduto  terá quatro pistas de rolamento e será construída junto a outras vias de acesso, permitindo a fácil circulação na região. Um viaduto similar também será erguido no eixo de ligação da Norte-Sul com a BR-210.

Durante o evento, também foi anunciada a retomada e conclusão da obra da Rodovia Norte-Sul, que vai ligar as zonas norte e oeste da capital. Os sete quilômetros de extensão da rodovia irão receber serviços de reparo em drenagem, terraplenagem, pavimentação, sinalização, iluminação, ciclovia, passeio público e pista de cooper.

Os serviços de drenagem, com construção de galerias, recuperação do solo e terraplenagem, já foram iniciados no trecho não pavimentado da Norte-Sul, após a desapropriação de áreas particulares no local.

Ao todo, esses novos investimentos estão orçados em R$ 93,3 milhões e complementam outras obras do Governo do Amapá que estão em andamento, como a duplicação da Duca Serra e a nova ponte da Lagoa dos Índios, que visam beneficiar diretamente mais de 150 mil moradores da Região Metropolitana.

Mobilidade urbana

O projeto do viaduto e das duas rodovias, suas fases e intervenções, foram apresentados à imprensa amapaense pelo chefe do Executivo, em uma visita monitorada ao local das obras.

Foram apresentadas toda a integração da Norte-Sul com a BR-210 e com a Duca Serra e dessa com a zonas oeste e sul de Macapá, através da Rua 30 de Outubro, que se liga com as avenidas 13 de Setembro e Padre Júlio.

Duplicação

“A execução dessas obras é complexa, em especial a da Duca Serra, pois estamos duplicando uma rodovia com grande fluxo de tráfego, mas o ganho que elas trarão à população compensa em muito os transtornos gerados durante sua realização . Nossa meta é que até o final de 2022 as duas obras sejam entregues à população amapaense”, destacou Góes.

O Governo do Estado irá utilizar uma faixa de área cedida pelo Exército Brasileiro, que se estende da Lagoa dos Índios até a Rua 30 de Outubro, para completar a duplicação da Rodovia Duca Serra no trecho.

Para viabilizar a obra, um novo muro está sendo construído, para delimitar a área militar. Em parte da área cedida, será construido um desvio para o fluxo de veículos da rodovia, a fim de permitir a instalação do canteiro de obras do viaduto, o que exigirá a interrupção do tráfego no local.

“Esse desvio vai ter três pistas, que funcionarão de forma semelhante a que estamos utilizando durante as obras da ponte da Lagoa dos Índios. Assim como a ponte da Lagoa, essa é mais uma obra complexa em que a gente tem que utilizar essas estratégias para não comprometer a intensa trafegabilidade que essa rodovia tem”, explicou o secretário de Estado de Transporte do Amapá, Benedito Conceição.

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