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Diretor do Bioparque não descarta restauração da escultura do “bicho preguiça”

Novo gestor do Bioparque da Amazônia fala sobre a polêmica em torno da gigantesca obra feita em madeira reutilizada.

Cleber Barbosa, da Redação

O novo diretor do Bioparque da Amazônia, Marcelo Oliveira, falou nesta quinta-feira (28) sobre a polêmica retirada da escultura de um bicho-preguiça na entrada do parque, após o Corpo de Bombeiros ter recomendado medidas de isolamento devido a riscos de quebra da obra de arte – feita a partir da reutilização de madeira.

Em entrevista ao programa Café com Notícia, na Diário FM (90,9), ele explicou que existe a possibilidade de se continuar usando a atração, após uma avaliação sobre restauração. “Nós tomamos posse no dia 7 e a partir disso iniciaram as manutenções preventivas, a partir de lá constatamos um comprometimento da base da escultura e acionamos o Corpo de Bombeiros, que verificou um comprometimento da obra como um todo”, disse o presidente do Bioparque.

Contraponto

O assunto mobilizou também a bancada da oposição na Câmara Municipal. De imediato eu conversei com o Richard, ex-diretor do parque, e ele explicou todo o critério de construção da obra, selado, resinado, a 3 metros de profundidade. Ali pulsa a vida, e a manutenção é diária. Muita gente avalia essa seara de forma prematura”, diz Claudiomar Rosa (AVANTE).

Entenda o caso

Ele apela ao valor turístico e cultural. “A Preguiça tem não só a marca do Bioparque, mas de Macapá. Vários artistas participaram da construção da escultura e constataram que o tronco tinha consistência. Precisa de reparo sim, mas é exagerado ver um monumento desse e optar pela retirada”, completa o vereador.

O major Orielson Pantoja, comandante do 4º Grupamento do Corpo de Bombeiros, disse que, de fato, existe o risco, pois a estrutura que foi encontrada está comprometida. Porém, alguns laudos serão emitidos e após isso fará diligências para saber a forma como será tratada a escultura, se será retirada ou feita uma reforma parcial. “Existe a possibilidade de reforma, porém será avaliada para sabermos se isso vai zerar os riscos. Se houver risco, aí a gente não recomenda a reforma e sim a retirada. Basicamente o risco principal é no lado direito, o ponto de intercessão que fica entre o tronco e o galho está podre, com excesso de fungo e muita umidade. Com o tempo, isso vai perdendo resistência e poderá cair. Outro ponto é a base, que também sofre com penetração de umidade”, explicou o militar. 

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