Curso de Práticas Restaurativas para policiais militares é promovido pelo MP-AP, em Santana

O curso tem como objetivo compartilhar ferramentas que ajudarão a promover a cultura da paz, a resolução e a prevenção de conflitos no cotidiano dos agentes de segurança.

Da Redação

O Ministério Público do Amapá (MP-AP), por meio do Núcleo de Mediação, Conciliação e Práticas Restaurativas (NMCPR) da Promotoria de Justiça de Santana, realizou, na segunda-feira (19), a abertura da 2ª turma do Curso de Formação em Práticas de Justiça Restaurativa para a Polícia Militar do Amapá (PM/AP). A qualificação segue até a sexta-feira (23), no auditório do 4ª Batalhão da PM/AP de Santana, e tem como objetivo compartilhar ferramentas que ajudarão a promover a cultura da paz, a resolução e a prevenção de conflitos no cotidiano dos agentes de segurança.

O coordenador do Núcleo Permanente de Incentivo à Autocomposição (NUPIA), promotor de Justiça Milton Ferreira, representou a procuradora-geral de Justiça do MP-AP, Ivana Cei, e a coordenadora do NMCPR, promotora de Justiça Silvia Canela, na ocasião. A abertura contou também com a presença do comandante do 4° BPM, tenente-coronel Rafael Freire; e em nome do Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP), a titular do Juizado Especial Cível e Criminal da Comarca de Santana, juíza Carline Nunes, e a juíza Larissa Antunes, da Vara da Infância e Juventude do município.

Realizada com a parceria do TJAP e o Comando da Corporação, por meio de cooperação firmada com o MP-AP, a qualificação é ministrada pelas juízas Carline Nunes e Larissa Antunes, e pelas facilitadoras e servidoras do MP-AP, Lucivane Sales, Obedi dos Santos, Dionária Mota Souza, equipe do NMCPR de Santana, coordenado pela promotora de Justiça Silvia Canela.

O curso, ministrado de 14h às 18h, possui carga horária de 40h, sendo 20h de aulas presenciais e o mesmo número de forma on-line, pela plataforma EDUC- (plataforma de ambiente de ensino a distância do MP-AP). O segundo momento do treinamento ocorrerá de 17 a 21 de outubro deste ano, no mesmo local e horário, com um curso de aprofundamento ministrado pelas juízas Janine Soares de Matos Ferraz, do Tribunal de Justiça da Bahia, e Viviane de Freitas Pereira, do Tribunal de Justiça Militar do Estado do Rio Grande do Sul.

“A Justiça restaurativa aborda as situações do dia a dia de uma maneira diferente do que estamos acostumados, ela ensina a entender que o indivíduo precisa ter um olhar diferente sobre as outras pessoas e sobre si mesmo. É uma prática que tem um olhar de gentileza e empatia, e é esse papel que pode mudar o olhar e a abordagem da Polícia Militar”, ressaltou o membro do MP-AP.

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