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Coordenadoras da vacinação respondem críticas de comunidades quilombolas

Bióloga e enfermeira da Divisão de Imunobiológicos da Prefeitura de Macapá vão ao rádio detalhar como os grupos prioritários de vacinação foram definidos.

A bióloga Nailane Ribeiro e a enfermeira Monique Uchôa, que respondem, respectivamente pela Coordenadoria de Vigilância em Saúde e Coordenadoria de Imunização de Macapá, foram ao programa Café com Notícia, na rádio Diário FM (90,9) fazer uma avaliação do processo de imunização contra a Covid-19, os critérios para grupos prioritários e esclarecer críticas de algumas lideranças quilombolas.

Para elas, existe um encadeamento definido em instâncias superiores do enfrentamento à pandemia. “O município de Macapá é orientado pela política nacional de imunização, e por isso a dose reduzida, temos uma estimativa de atendimento de 12,1 mil e recebemos pouco mais de 4 mil doses, apenas”, diz Naylane Ribeiro, coordenadora da vigilância sanitária.


Já sua colega esclareceu que o setor de enfrentamento à pandemia como um todo está merecendo essa atenção e proteção. “A imunização vai para toda a equipe, desde o profissional de saúde ao profissional da limpeza, toda a equipe. Nosso plano é simples e flexível, nós estamos seguindo as diretrizes do plano do estado e não esperávamos que fosse uma quantidade reduzida”, diz Monique Uchoa.

Por fim, lembraram que a quantidade enviada ao Amapá é sabidamente muito inferior à demanda que o estado e o município apresentam, daí ser necessário que toda a sociedade continue se protegendo de novas infecções. “Pedimos a população que nos ajude, mesmo com o otimismo da vacinação, com a disposição da vacina, a previsão da ciência para uma imunidade de rebanho é só em 2 anos. Colaborem evitando aglomerações”, pede Naylane Ribeiro, coordenadora da vigilância sanitária.

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