Aline Gurgel fala sobre a primeira infância no Conselho do Ministério Público

Deputada amapaense atualmente é a presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Primeira Infância da Região Norte e mibiliza apoio para a causa no Planalto Central.

Da Redação

Como presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Primeira Infância da Região Norte, a deputada federal Aline Gurgel, junto com a titular da Secretaria Nacional de Assistência Social, Maria Yvelônia, apresentou em Brasília, a agenda positiva 2021/2022 de fortalecimento da Primeira Infância no Amapá para a Presidente do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais, Dra. Ivana Cei, do Amapá, Dr. Felipe Teixeira Neto e Dra. Andrea Souza, da Comissão da Infância, Juventude e Educação do Conselho Nacional do Ministério Público.

A deputada Aline informou que a agenda da Região Norte será lançada nacionalmente pelo secretaria nacional de assistência social através de um termo de Cooperação Técnica entre o Ministério da Cidadania e Conselho Nacional do Ministerio público e a frente parlamentar da Região norte . A agenda começará pelo Amapá, onde foi elaborada.

A agenda vai ser lançada ainda no mês de julho e deve ser apresentada em todos os estados do Brasil pela secretaria Maria ivelone tal . “Essa agenda busca o fortalecimento da primeira infância. Tanto na saúde, quanto na educação, queremos fortalecer a primeira infância, pois sabemos que não é de hoje que ela vem sendo debatida no âmbito da esfera pública. Já foi comprovado que os primeiros 6 anos de vida são cruciais para a formação dessa criança. Eu venho reforçando a atenção e o cuidado necessário para o tema”, disse a deputada.

A deputada Aline afirmou que um termo de cooperação técnica deve ser assinado entre o Ministério Público do Amapá (MP-AP), Ministério da Cidadania e Frente Parlamentar da Primeira Infância da Região Norte para buscar o fortalecimento desse tema.

“As crianças brasileiras ainda enfrentam muitas dificuldades para terem os direitos garantidos, tanto aquelas que vivem nas favelas e periferias dos centros urbanos quanto as que vivem na zona rural, as crianças mais pobres, as indígenas e quilombolas são as que mais sofrem com essa desigualdade social. Queremos buscar a garantia dos direitos e efetivação direta deles na vida das crianças do nosso Amapá e do Brasil”, disse a deputada.

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