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ALAP instaura CPI da Covid no Amapá

O requerimento solicitando a criação da CPI foi apresentado em dezembro de 2021, com a assinatura de 13 deputados, e lido em sessão plenária no dia 11 de janeiro deste ano.

Da Redação

A Assembleia Legislativa do Amapá (Alap) instaurou, nesta terça-feira, 27, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar possíveis irregularidades na aplicação de recursos destinados ao governo do Estado para o enfrentamento da pandemia de Covid-19. A portaria com a nomeação dos membros da comissão já está publicada no Diário Oficial do Poder Legislativo.

O requerimento solicitando a criação da CPI foi apresentado em dezembro de 2021, com a assinatura de 13 deputados, e lido em sessão plenária no dia 11 de janeiro deste ano. Entre os argumentos para a instauração da comissão estão as operações da Polícia Federal em órgãos do governo do Estado, ausência de transparência na divulgação da aplicação dos recursos e falta de condições de trabalho nas unidades de saúde.

A situação da saúde no Amapá foi debatida na sessão desta terça, no plenário da Alap. “A saúde do Amapá está piorando, continua descendo a ladeira. E nem sei mais para onde descer, pois somos o último colocado entre todas as Unidades da Federação. O nosso povo está morrendo, o Pronto Socorro está cada vez pior. Em Santana transformaram uma tenda em um Pronto-Socorro”, enfatizou o deputado Jory Oeiras (PP).

O deputado Júnior Favacho (MDB), um dos autores do requerimento que deu origem à CPI, lembrou da época em que a Polícia Federal realizou operações para apurar possíveis irregularidades. “Veio mais de 1 bilhão de reais para o combate à pandemia no Amapá e a saúde não mudou. Inadmissível, em plena pandemia, gente morrendo, e a Secretaria de Saúde estar recebendo a Polícia Federal por causa de desvios”, ponderou o parlamentar.

A CPI da Covid é formada pelos deputados Dr. Victor (Rede), Jory Oeiras (PP), Junior Favacho (MDB), Paulo Lemos (PSOL), Cristina Almeida (PSB), Telma Nery (Cidadania) e Telma Gurgel (Podemos), como titulares; Max da AABB (MDB), Jesus Pontes (PDT) e Paulinho Ramos (MDB) são os membros suplentes. O grupo terá 120 dias para concluir os trabalhos e apresentar o relatório final. O prazo poderá ser prorrogado por mais 60 dias.

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