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‘O recurso mais caro é o da obra pública paralisada’, diz ministro da saúde em Macapá

Cleber Barbosa, da Redação

O ministro de estado da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, desembarcou neste domingo (10) em Macapá para uma agenda oficial voltada a observar obras públicas em andamento e, principalmente, algumas há muitos anos paralisadas. Em entrevista coletiva, ele disse que o recurso público mais caro para a sociedade é o de obras inacabadas. Mandetta elogiou a mobilização da classe política local que, independente de cor partidária, demonstra unidade em torno de retomar a construção de obras estruturantes, especialmente na área da saúde pública.

Participam da agenda do ministro em Macapá o governador do Amapá, Waldez Góes (PDT), o vice Jaime Nunes (PROS), além de integrantes da Bancada Federal, liderados pelo presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (DEM), os senadores Lucas Barreto (PSD), Randolfe Rodrigues (REDE) e os deputados deputado André Abdon (PP), Aline Gurgel (PRB), Leda Sadala (AVANTE), Luiz Carlos (PSDB), Camilo Capiberibe (PSB), além de deputados estaduais, prefeitos, vereadores, empresários e várias lideranças locais.

Acompanhe vídeo da coletiva do ministro da saúde em Macapá

Agenda

Na agenda do ministro da saúde no Amapá, foi programado uma ida também ao município de Santana, onde existe uma obra de construção de maternidade pública, também há anos sem conclusão. Um encontro com a bancada federal e o Governo do Estado foi programada para a parte da tarde, para alinhar procedimentos administrativos e jurídicos para destravar outras questões ligadas à pasta de Mandetta, como a inacabada obra do Hospital Metropolitano, iniciada pelo município de Macapá, que poderá ser transformado em Hospital de Traumas, a ser administrado pelo estado.

Luiz Henrique Mandetta fala sobre a revisão da tabela do SUS

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