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*Divulgação da atividade parlamentar (Ato da Mesa 43/2009).

quinta-feira, 8 de março de 2018

Roberto estuda ação judicial para garantir reforma de arenas esportivas em Macapá

Dois ex prefeitos de Macapá com o atual gestor municipal: Clécio, Roberto e João Henrique
Cleber Barbosa
Da Redação

O deputado federal Roberto Góes (PDT-AP), que é presidente da Federação Amapaense de Futebol (FAF), encaminhou pedido à Procuradoria Geral do Estado com orientações sobre como forçar o licenciamento para a reforma de três arenas esportivas em Macapá. Segundo ele, um impasse político estaria impedindo a realização das obras, com risco da perda de R$ 6 milhões em recursos federais.
Roberto é ex prefeito de Macapá e levou pessoalmente no início do ano os projetos ao atual prefeito, Clécio Luís (REDE), que recebeu o parlamentar juntamente com secretário estadual da Infraestrutura, João Henrique Pimentel – coincidente outro ex prefeito da capital.
O projeto é para a construção de arenas de grama sintética e a modernização do entorno dessas arenas esportivas. Clécio Luis garantiu que liberaria os locais depois de conversar com o senador Davi Alcolumbre que tem uma Indicação para três das seis praças que contempla a emenda de Roberto, que já está assinada e garantida pela Caixa Econômica Federal. Faltando somente a assinatura do convênio com o estado – com a devida licença do município – para iniciar a construção das praças esportivas, sendo beneficiados os municípios de Macapá (6 arenas), Santana (1) e Laranjal do Jari (1).

Outro lado
A reportagem tentou ouvir o prefeito Clécio Luiz a respeito do impasse. A assessoria da PMM, através do coordenador de comunicação, Diniz Sena, disse por telefone que havia outros dois parlamentares com emendas destinadas a reformas de arenas esportivas, Cabuçu Borges e Davi Alcolumbre. "Mas três das seis áreas que o deputado Roberto solicitou já foram liberadas e os processos já foram protocolados há vinte dias na Seinf", disse ele. O assessor também disse que a Prefeitura entende estar havendo um desencontro de informações, "por jogo político", mas a orientação na PMM é agir para que o município não perca nenhum recurso proveniente de emenda parlamentar.


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