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*Divulgação da atividade parlamentar (Ato da Mesa 43/2009).

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Ato no Senado defende tolerância e liberdade de expressão

Antes de encerrar ato contra o terrorismo e a islamofobia, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) anunciou que realizará novos encontros com representantes de diversos países para discutir “como fazer o mundo educado”.
— Como podemos nos unir para a educação em todo o mundo, colocando todas as crianças nas escolas e as educando para a cultura da paz ? — questionou Cristovam, como um desafio a embaixadores e demais autoridades de Estados e governos com representação em Brasília.
O senador coordenou nesta quinta-feira (15), no Senado, ato denominado “Somos Charlie”, que reuniu representantes de países, jornalistas e líderes religiosos em repúdio aos ataques terroristas na França e contra o preconceito religioso, em especial contra o Islã.
Na opinião do senador, o evento deixa como fruto a disposição das nações e das organizações da sociedade de reunir esforços na luta contra o terror e pela liberdade de expressão.
Agência Senado


Governo da França defende liberdade religiosa e de expressão


Os ataques terroristas que mataram 17 pessoas na semana passada na França não podem abalar os valores presentes na sociedade francesa, de liberdade religiosa e liberdade de expressão, afirmou Gael de Maisonneuve, ministro-conselheiro da Embaixada da França.
Ele participa do ato “Somos Charlie”, promovido nesta quinta-feira (15) no Senado, por convocação do senador Cristovam Buarque (PDT-DF).
— É importante que o islamismo não seja confundido com radicalismos. Não queremos que judeus sintam medo, mas também não queremos que muçulmanos sintam vergonha de prática religiosa. A República deve acolher a todos — disse.
Também o Sheikh Muhammad Zidan, do Centro Islâmico de Brasília, condenou os atos terroristas e defendeu a igualdade entre os seguidores de todas as religiões.
Presente ao ato, Celso Schroder, presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), manifestou solidariedade à memória dos jornalistas mortos no ataque à revista satírica francesa Charlie Hebdo.
— O Charlie Hebdo era contra os fundamentalismos e as posições extremas na política. Não é possível que descontentes reajam pela força — frisou.
Agência Senado 

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