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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Ministro Orlando Jr. pede investigação no Esporte


Ministro Orlando Silva Jr. fala a jornalistas
 O Ministro do Esporte, Orlando Silva, anunciou por meio de nota na tarde desta segunda-feira (17) que protocolou na PGR (Procuradoria Geral da República) um ofício pedindo apuração do Ministério Público sobre as denúncias veiculadas pela revista Veja, neste fim de semana.
No documento, o ministro “se coloca à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários”. Ainda no fim de semana, ele havia solicitado ao Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo para que a Polícia Federal investigasse o caso.
“É mais uma iniciativa para que todos os fatos sejam esclarecidos e que fique claro que as supostas denúncias não passam de mentiras e calúnias, feitas por um cidadão que está sendo processado pela Justiça”, disse o ministro em nota.
Neste domingo, Silva se reuniu com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann e com o secretário geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho. A denúncia obrigou–o a retornar de sua viagem ao México, onde acompanhava a comissão brasileira nos Jogos Panamericanos em Guadalajara.
No encontro, ele recebeu a solidariedade dos ministros que elogiaram sua postura de conversar com a imprensa e se colocar à disposição de parlamentares, se fosse o caso, para prestar esclarecimentos sobre o caso.
Reportagem publicada na revista Veja deste fim de semana aponta que Silva teria se beneficiado de organizações não-governamentais que realizam convênios com o ministério para o programa Segundo Tempo. As ONGs só recebiam o dinheiro dos acordos após o pagamento de até 20% dos valores dos contratos a pessoas ligadas ao PCdoB – partido do ministro. 
Segundo a revista, Silva teria recebido dinheiro das mãos de uma espécie de “faz-tudo”, Célio Soares Pereira, que foi ouvido pela publicação assim como o policial militar João Dias Ferreira - preso no ano passado acusado de fazer parte do mesmo suposto esquema.
A oposição já se articula no Congresso Nacional para ouvir o ministro sobre o assunto. Antes disso, ainda hoje, às 17h, Orlando Silva convocou a imprensa para falar sobre o caso.
Tanto o PSDB quanto o PPS já entraram com uma representação na PGR para que investigue tanto Orlando Silva quanto o atual governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), que ocupou o cargo de ministro do Esporte, entre 2003 e 2006. O governador petista também é citado nas denúncias.
Apesar da gravidade das denúncias, a presidente Dilma Rousseff manteve sua programação de viagem ao exterior. Ela fará sua primeira viagem oficial à África e participará do 5ª Cúpula do Fórum de Diálogo do Ibas, que reúne Índia, Brasil e África do Sul.
Esta não é a primeira pasta manchada por suposta irregularidade no quadro de ministérios do governo Dilma. Em meio às denúncias de irregularidades, outros quatro ministros já deixaram seus postos: Antonio Palocci (Casa Civil), Alfredo Nascimento (Transportes), Pedro Novais (Turismo) e Wagner Rossi (Agricultura).
O Ministro do Esporte, Orlando Silva, anunciou por meio de nota na tarde desta segunda-feira (17) que protocolou na PGR (Procuradoria Geral da República) um ofício pedindo apuração do Ministério Público sobre as denúncias veiculadas pela revista Veja, neste fim de semana.
No documento, o ministro “se coloca à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários”. Ainda no fim de semana, ele havia solicitado ao Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo para que a Polícia Federal investigasse o caso.
“É mais uma iniciativa para que todos os fatos sejam esclarecidos e que fique claro que as supostas denúncias não passam de mentiras e calúnias, feitas por um cidadão que está sendo processado pela Justiça”, disse o ministro em nota.
Neste domingo, Silva se reuniu com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann e com o secretário geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho. A denúncia obrigou–o a retornar de sua viagem ao México, onde acompanhava a comissão brasileira nos Jogos Panamericanos em Guadalajara.
No encontro, ele recebeu a solidariedade dos ministros que elogiaram sua postura de conversar com a imprensa e se colocar à disposição de parlamentares, se fosse o caso, para prestar esclarecimentos sobre o caso.
Reportagem publicada na revista Veja deste fim de semana aponta que Silva teria se beneficiado de organizações não-governamentais que realizam convênios com o ministério para o programa Segundo Tempo. As ONGs só recebiam o dinheiro dos acordos após o pagamento de até 20% dos valores dos contratos a pessoas ligadas ao PCdoB – partido do ministro. 
Segundo a revista, Silva teria recebido dinheiro das mãos de uma espécie de “faz-tudo”, Célio Soares Pereira, que foi ouvido pela publicação assim como o policial militar João Dias Ferreira - preso no ano passado acusado de fazer parte do mesmo suposto esquema.
A oposição já se articula no Congresso Nacional para ouvir o ministro sobre o assunto. Antes disso, ainda hoje, às 17h, Orlando Silva convocou a imprensa para falar sobre o caso.
Tanto o PSDB quanto o PPS já entraram com uma representação na PGR para que investigue tanto Orlando Silva quanto o atual governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), que ocupou o cargo de ministro do Esporte, entre 2003 e 2006. O governador petista também é citado nas denúncias.
Apesar da gravidade das denúncias, a presidente Dilma Rousseff manteve sua programação de viagem ao exterior. Ela fará sua primeira viagem oficial à África e participará do 5ª Cúpula do Fórum de Diálogo do Ibas, que reúne Índia, Brasil e África do Sul.
Esta não é a primeira pasta manchada por suposta irregularidade no quadro de ministérios do governo Dilma. Em meio às denúncias de irregularidades, outros quatro ministros já deixaram seus postos: Antonio Palocci (Casa Civil), Alfredo Nascimento (Transportes), Pedro Novais (Turismo) e Wagner Rossi (Agricultura).
O Ministro do Esporte, Orlando Silva, anunciou por meio de nota na tarde desta segunda-feira (17) que protocolou na PGR (Procuradoria Geral da República) um ofício pedindo apuração do Ministério Público sobre as denúncias veiculadas pela revista Veja, neste fim de semana.
No documento, o ministro “se coloca à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários”. Ainda no fim de semana, ele havia solicitado ao Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo para que a Polícia Federal investigasse o caso.
“É mais uma iniciativa para que todos os fatos sejam esclarecidos e que fique claro que as supostas denúncias não passam de mentiras e calúnias, feitas por um cidadão que está sendo processado pela Justiça”, disse o ministro em nota.
Neste domingo, Silva se reuniu com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann e com o secretário geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho. A denúncia obrigou–o a retornar de sua viagem ao México, onde acompanhava a comissão brasileira nos Jogos Panamericanos em Guadalajara.
No encontro, ele recebeu a solidariedade dos ministros que elogiaram sua postura de conversar com a imprensa e se colocar à disposição de parlamentares, se fosse o caso, para prestar esclarecimentos sobre o caso.
Reportagem publicada na revista Veja deste fim de semana aponta que Silva teria se beneficiado de organizações não-governamentais que realizam convênios com o ministério para o programa Segundo Tempo. As ONGs só recebiam o dinheiro dos acordos após o pagamento de até 20% dos valores dos contratos a pessoas ligadas ao PCdoB – partido do ministro. 
Segundo a revista, Silva teria recebido dinheiro das mãos de uma espécie de “faz-tudo”, Célio Soares Pereira, que foi ouvido pela publicação assim como o policial militar João Dias Ferreira - preso no ano passado acusado de fazer parte do mesmo suposto esquema.
A oposição já se articula no Congresso Nacional para ouvir o ministro sobre o assunto. Antes disso, ainda hoje, às 17h, Orlando Silva convocou a imprensa para falar sobre o caso.
Tanto o PSDB quanto o PPS já entraram com uma representação na PGR para que investigue tanto Orlando Silva quanto o atual governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), que ocupou o cargo de ministro do Esporte, entre 2003 e 2006. O governador petista também é citado nas denúncias.
Apesar da gravidade das denúncias, a presidente Dilma Rousseff manteve sua programação de viagem ao exterior. Ela fará sua primeira viagem oficial à África e participará do 5ª Cúpula do Fórum de Diálogo do Ibas, que reúne Índia, Brasil e África do Sul.
Esta não é a primeira pasta manchada por suposta irregularidade no quadro de ministérios do governo Dilma. Em meio às denúncias de irregularidades, outros quatro ministros já deixaram seus postos: Antonio Palocci (Casa Civil), Alfredo Nascimento (Transportes), Pedro Novais (Turismo) e Wagner Rossi (Agricultura).

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